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Na sequência de uma operação efectuada ontem pela PSP de Lisboa, cerca de 30 adeptos do Benfica e membros do grupo No Name Boys foram detidos. A rusga às instalações da claque (não legalizada) e às residências de alguns dos seus membros resultou também na apreensão de droga e tochas incendiárias, bem como de alguns bilhetes para o encontro de ontem, ante o Estrela da Amadora, uma investigação que, de resto, envolveu também escutas telefónicas. Entre as cerca de três dezenas de detidos encontram-se os líderes da claque e vários seguidores do grupo organizado de adeptos.
Em declarações à rádio Antena 1, Paulo Flor, comissário da PSP de Lisboa, afirmou que "as buscas foram a nível nacional, visando elementos da claque No Name Boys, e surgem na sequência de uma investigação que tem sido feita nos últimos meses". Por seu turno, João Gabriel, director de comunicação das águias, afastou, de pronto, uma eventual ligação da operação com o clube, assim como negou que o líder Luís Filipe Vieira tivesse recebido alguma notificação judicial: "O Benfica não comenta problemas pessoais de sócios e adeptos do clube. Não apoiamos nenhuma claque, porque não preenchem os requisitos da lei. O presidente não foi notificado, mas caso o seja, não terá problema nenhum em esclarecer a situação."
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